domingo, 1 de novembro de 2009

Paciência.


É preciso muita paciência pra começar, continuar e terminar.
É preciso muita paciência pro que tem e o que não tem.
É preciso ter paciência com o ciclista que passa, com o motorista que ultrapassa e com o transito que atrasa.
É preciso paciência com o seu chefe arrogante, com o café sem adoçante e com seu colega de trabalho iniciante.
É preciso paciência com o computador, com o monitor e com o servidor.
É preciso paciência com o chuviscar da TV, com o celular e com o rádio a sintonizar.
É preciso paciência para a travessura e a fissura.
É preciso paciência para a consulta ao médico e para o diagnóstico.
É preciso paciência para o onibus que não passa, para o vidro que embaça e para a chegada a parada.
É preciso paciência para a novela acabar, pro filme estrear e pro CD lançar.
É preciso paciência para a ligação, para a tentação e para perdição.
É preciso paciência para o prazer e o acontecer.
É preciso paciência para atrair, existir e para curtir.
É precisto ter paciência para o download terminar e música tocar.
É preciso paciência para a procura, a aventura e a doçura.
É precisto paciência para agonia e para calmaria.
É preciso ter paciência para a chuva passar, para a estação chegar e o sol raiar.
É preciso ter paciência para a sexta chegar, a hora dar e extravasar.
É Preciso paciência para o livro terminar, para a professora educar e para estudar.
É preciso ter paciência com o amor e o enganador.
É preciso ter paciência com o irmão mais novo, com o vizinho e com o cahorro.
É preciso ter paciência para a novidade, para a tempestade e a verdade.
É preciso ter paciência para os problemas passar e a agonia cessar.
É preciso ter paciência quando o desespero abalar e quando o choro te comandar.
É preciso ter paciência para a lágrima parar e o coração acalmar.
É preciso paciência para levantar e melhorar.
É preciso paciência pro perdão e pra solidão.
É preciso paciência para a resposta, para incerteza e pra certeza.
É preciso paciência para o sorriso, o abraço e o inesperado.
É preciso ter paciência para a vontade, para a saudade e a amizade.
É preciso ter paciência para o irresistível e o insaciável.
É preciso ter paciência para a espera e para a alegria.
É preciso ter paciência para a dor e para o temor, para a tortura e a loucura.
É preciso ter paciência para o próximo te escutar, para vida te ensinar e para a paz reinar.
É preciso paciência para a ferida cicatrizar, para a alma renovar e recomeçar.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Eu espero..


..Que a dor vá desaparecendo, que o abraço me acalme, que a conversa me deixe tranquila, que o amor esteja comigo, que a amizade seja verdadeira, que a música me faça dançar, que as estrelas me façam lembrar, que cada degrau seja um passo a mais para os meus sonhos, que a cada abismo eu consiga dar um passo para trás, que a cada choro eu fique mais forte, que a esperança me faça esperar, e que forças estejam me acompanhando e me fazendo acreditar na felicidade.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Meu fim de semana.


Você ja se sentiu como se tivesse controle total sobre seus sentidos? E todos eles fossem totalmente apurados de modo que você pudesse ouvir melhor, ver melhor, sentir melhor? Entrar em um transe, independente de drogas, onde todas as pessoas são felizes e naquele momento nao exise dor, nem fome, nem invenja, nem tristeza e todos os sentimentos ruis do mundo ficassem do lado de fora e que apenas um estilo de música pudesse fazer isso. Você pode imaginar um lugar onde todas as pessoas estão na mesma vibração, onde apenas uma batida pode fazer com que o mundo seja outro, onde as pessoas se gostam e se divertem como nunca..Se um dia você conseguir imaginar esse lugar onde todas as pessoas fossem felizes e não ouvissem coisas ruins nesse mundo só tocaria música eletrônica e se chamaria RAVE.

*Desconhecido.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009


Acordo e não vejo mais a clareza que o sol traz, só vejo a ardência que ele me proporciona. Levanto sem vontade, saio sem querer e querendo voltar logo pra casa mesmo sabendo que minha casa não seja o lugar pra me refugiar, não, ela não está nem perto de ser o lugar perfeito pra isso, mas mesmo assim ainda volto porque não tenho mais pra onde ir. O dia vai passando sem sal, sem paciência, sem alegria. A noite chega e chega também o céu e que por muitas vezes não consigo ver o brilho das estrelas, deito bem tarde já e coloco o fone de ouvido e as melodias me fazem lembrar certas coisas, me fazem vivenciar outras, me fazem acreditar em algumas, e poucas ainda me fazem ver um futuro bom, as vezes eu choro por lembrar do passado, do presente e do futuro e é nesse intervalo de tempo, nessa confusão toda, nessa "conversa" entre meu travesseiro e minha mente que o sol nasce de novo e começa tudo outra vez.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009


Eu não quero me acustumar a ficar sem você.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Oi pessoas queridas do meu blog!
Bem, eu sou apaixonada por seriados americanos e gosto de todos os estilos: da comedia ao suspense, cada um tem sua história, sua fantasia e sua melodia. Então resolvi juntar esse meu gosto de series e meu gosto de escrever para criar historias ficticias e postar as vezes aqui. E pra começar queria uma que fosse bonita e simples. Bem espero que gostem e depois terá outras, beijos ;D

Uma Vida

Bel e Gustavo são casados há quatro anos, foi uma cerimonia grande e bonita passaram a lua de mel em uma daquelas ilhas maravilhosas no sul do país em Santa catarina. Eles moram em um apartamento o centro de São Paulo, ele trabalha em uma loja de carros e ela é professora da Universidade Federal. Eram feliezes, tinham vários amigos e muito apaixonados. Mas um fato que aconteceu ha alguns meses abalou o casamento. Eles tinham um filho e Gustavo tinha ido brincar com ele no parque perto da casa deles e nos 10 segundos que ele se virou para comprar uma água o seu filho caiu de uma casinha que tinha no parque assim batendo a cabeça no chão e morrendo ali mesmo. Bel o culpou, disse que nao perdoaria ele, que ele matou o filho deles, eles se agrediram verbalmente e a rotina foi mudando, a vida deles nao era mais a mesma e nas poucas vezes que se falavam acabavam discutindo. Entao cansado de tudo aqui Gustavo mesmo sem querer mas se sentia sim um pouco culpado de tudo queria salvar seu relacionamento com sua mulher, foi quando perto do aniversário de casamento deles conversou com a melhor amiga de sua esposa, Cinta, que tentou convencê-la a aceitar a proposta de Gustavo para viajar no proximo fim de semana ela hesitou bastante, mas depois de muita insistência da amiga ela cedeu. Gustavo comprou as passagens, reservou o mesmo hotel de sua lua de mel. Eles desembarcaram lá, desfez as malas e Gustavo a convidou para dar uma volta na praia mas ela nao quis e a frieza entre os dois continuará, mas no outro dia ele a levou para dar um passeio de lancha, mergulharam no mar e viram o por do sol no cais. À noite quando voltaram para o hotel ao chegar ao quarto Bel acende a luz e vê uma mesa posta para duas pessoas, velas, um som ambiente e então voltou a sua memória e lembrou de quando Gustavo a pediu em casamento que foi quase da mesma maneira. Ele puxou a cadeira para ela sentar, jantaram, tomaram mais vinho e depois ele pegou sua mão e começaram a dançar e toda aquela situação fez com que Bel se emocionasse e um beijo aconteceu. A troca de olhares e o desejo já não cabiam mais entre eles, e dois se entregaram e fizeram daquela noite, uma noite de amor maravilhosa.
Um mês depois Bel ficará tonta e enjoada e a resposta disso veio com um exame feito na clinica dizendo que ela estava grávida. E essa foi a melhor notícia dentre os últimos ano. E o relacionamento, as conversas, os sorrisos foram voltando, assim as brigas que estavam tendo foi cessando e o amor entre eles não estava mais estacionado. Seis meses depois Gustavo teve que viajar a trabalho por apenas dois dias, mesmo quando Bel teria que ir ao médico mas sua amiga faria o papel de marido, nessa manhã Bel levantou se sentiu tonta a visão escureceu e desmaiou, quando Cintia chegou a sua casa a viu desmaiada e a levou ligeiramente ao hospital. Depois de duas horas o médico retorna dizendo que teve que fazer um parto, mesmo prematuro mas foi preciso que o bebê estava bem e Bel estava fraca, mas instavel. Gustavo chegou ao hospital seis horas depois desesperado encontrou Cintia que disse que sua mulher estava no quarto, ele correu abriu a porta e viu a cena mais tocante "sua mulher segurando seu filho e sorrindo" ele então se aproximou beijando sua mulher e seu filho. Depois de alguns dias Gustavo foi pegá-los no hospital para voltar para o lar que há alguns meses tinha se tornado de esperança. Eles aconchegaram seu filho no quarto todo decorado por Bel e se sentiam o casal mais alegre da cidade. E depois de tudo que aconteceu, tudo mudaria com aquela nova história, aquele novo amor, aquela nova vida que tinha chegado ao lar de Bel e Gustavo.